O que é o zika vírus? Como identificá-lo?

A doença chegou ao Brasil e tem assustado, principalmente, as gestantes. Mas enfim, o que é o zika? Essa é uma infecção causada pelo vírus ZIKV, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya.

O vírus ZIKV não é transmitido de pessoa para pessoa, o contágio se dá pelo mosquito que, após picar alguém contaminado, pode transportar o ZIKV durante toda a sua vida, transmitindo a doença para uma população que não possui anticorpos contra ele. O mosquito responsável pelo vírus, o Aedes aegypti mede menos de um centímetro, tem aparência inofensiva, cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas. Costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte. No entanto, mesmo nas horas quentes ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. Há suspeitas de que alguns ataquem durante a noite. O indivíduo não percebe a picada, pois não dói e nem coça no momento. Por ser um mosquito que voa baixo (até dois metros) é comum ele picar nos joelhos, panturrilhas e pés.

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O vírus costuma provocar sintomas parecidos com os da dengue, como: febre alta, dor de cabeça e no corpo, manchas avermelhadas, dores musculares e nas articulações. Além disso, também pode causar inflamações nos pés e nas mãos, conjuntivite e edemas nos membros inferiores. Existem outros sintomas menos frequentes, como vômitos, diarreia, dor abdominal e falta de apetite. Todos eles costumam durar entre 4 e 7 dias.

Além dos problemas já citados aqui, o zika vírus também foi associado a microcefalia, uma má-formação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Normalmente ela é causada por fatores como uso de drogas e radiação. Segundo o governo, na epidemia atual, os bebês nascem com perímetro cefálico menor que o normal, que habitualmente é superior a 33 cm, o que vem assustando as gestantes e deixando a população em estado de alerta.

Para prevenir a presença do mosquito, os procedimentos são os mesmos da dengue: evite o acúmulo de água, limpe as calhas, coloque areia nos vasos de plantas, tenha cuidado com o lixo e use repelentes.

Por isso, previna-se e, se perceber algum sintoma, procure um médico. Lembre-se, sua saúde é o seu bem mais precioso! 😉

O que você precisa saber sobre infecção urinária!

A Infecção do Trato Urinário (ITU), conhecida popularmente como infecção urinária, é um quadro infeccioso que pode ocorrer em qualquer parte do sistema urinário, como rins, bexiga, uretra e ureteres. Algumas pessoas, especialmente mulheres, podem apresentar bactérias no trato urinário e não desenvolverem infecção urinária, chamadas de bacteriúria assintomática.

O problema ocorre quando uma bactéria entra no sistema urinário por meio da uretra e começa a se multiplicar na bexiga. O trato urinário costuma expelir esses organismos estranhos do corpo, mas algumas vezes essas defesas falham e a bactéria em questão passa a crescer dentro do trato urinário, dando início a uma infecção. blog_shutterstock_318991175

A doença, que possui incidência de 80% a 90% em mulheres, é mais prevalente na idade reprodutiva e nas mulheres que estão na menopausa, devido à queda do estrogênio e de micro-organismos que protegem a região íntima. Além disso, existem  alguns fatores que são considerados de risco para contrair a doença, como: ter vida sexualmente ativa facilita a infecção urinária, especialmente as vaginais; o uso de alguns tipos de contraceptivos, como espermicidas, também pode ser considerado um fator de risco; apresentar algum tipo de bloqueio no trato urinário, como pedra nos rins e aumento da próstata, também são fatores de risco; ter o sistema imunológico suprimido impede que as defesas do corpo atuem propriamente, facilitando a entrada de bactérias que causam infecções e o uso de cateter para urinar também aumenta os riscos de infecção.

Mas como identifico que estou com a infecção? Os sintomas variam e, nem sempre aparecem, entretanto, quando surgem, os mais comuns são: vontade frequente de urinar, liberação de pouca urina, ardência forte ao urinar, dor na região do baixo ventre e possível perda de sangue junto à urina.

Algumas medidas podem prevenir infecções urinárias, sabia? São elas: beba muito líquido, especialmente água; limpe-se após urinar para evitar que bactérias se acumulem no local e entrem no trato urinário; urine após relações sexuais para esvaziar a bexiga. Beba muita água para ajudar a diluir a urina também; use absorventes externos em vez de internos, pois alguns médicos acreditam que isso aumente a probabilidade de infecções. Troque de absorvente cada vez que for ao banheiro; não use ducha nem sprays ou pó para a higiene feminina. Como regra geral, não utilize nenhum produto que contenha perfumes na área genital; evite usar calças muito apertadas; use calcinha e meia calça de algodão e troque-as, pelo menos, uma vez por dia.

Para manter-se saudável e longe da infecção, faça visitas regulares ao seu médico e, qualquer dúvida ou sintoma, procure um profissional para obter o diagnóstico e tratamento adequado.

E, se precisar de medicamentos, basta entrar em contato conosco: http://www.ultrafarma.com.br! 😉

Como faço para doar sangue?

Doar sangue é fazer bem para o próximo, contribuir com quem precisa e um gesto muito nobre! Entretanto, há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue.

Em cada doação, serão coletados aproximadamente 450 ml de sangue, esta quantidade não afetará sua saúde, pois retira-se menos do que 10% do volume sanguíneo total de um adulto, por esse motivo só é permitida a doação por pessoas acima de 50 kg. Além disso, seu organismo repõe o plasma em algumas horas, as plaquetas se restabelecem em alguns dias, e as hemácias demoram alguns meses. Por esse motivo, a doação de sangue só deve ser realizada a cada 90 dias para os homens e 120 dias para as mulheres, devido à reposição dos estoques de ferro, que nas mulheres é mais demorada em virtude das perdas durante os ciclos menstruais.

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Doar sangue é totalmente seguro, o material usado, inclusive os kits são estéreis, descartáveis e apirogênicos (não causam febre). Além disso, o doador passa por uma consulta, antes de doar, onde são avaliadas suas condições clínicas. Caso a consulta indique algum dos impedimentos temporários, como: febre, gripe ou resfriado, gravidez, pós-parto: parto normal, 90 dias; cesariana, 180 dias, uso de alguns medicamentos, pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis a doação não poderá ser feita. Alguns impedimentos também têm alguns prazos, como: extração dentária: 72 horas, apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: três meses, colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem sequelas graves, tireoidectomia, colectomia: 6 meses, ingestão de bebida alcoólica no dia da doação, transfusão de sangue: 1 ano, tatuagem: 1 ano, vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina. Nesses casos, não é possível realizar a doação.

Além dos impedimentos temporários, existem os definitivos que impossibilitam a pessoa de doar sangue, são eles: hepatite após os 10 anos de idade, evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e doença de Chagas, uso de drogas ilícitas injetáveis e malária.

Você não possui nenhum impedimento de saúde para realizar a doação? Então é importante que vá até um local de coleta e leve documento oficial com foto, tenha entre 16 (dos 16 até 18 anos incompletos, apenas com consentimento formal dos responsáveis) e 69 anos, 11 meses e 29 dias; pese mais de 50 Kg e não esteja em jejum (evite apenas alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação).

Doou sangue, fez bem para o próximo e está se sentindo bem? Agora é hora dos cuidados pós-doação, você deve: evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas, aumentar a ingestão de líquidos, não fumar por cerca de 2 horas, evitar bebidas alcoólicas por 12 horas, manter o curativo no local da punção por pelo menos de quatro horas e não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho. Esperamos que as dicas tenham sido úteis e que você possa ajuda o próximo. 😉

Doe sangue e ajude a salvar vidas! ❤

#NovembroAzul – Tudo sobre o câncer de próstata

Estimam-se 68.800 casos novos de câncer de próstata para o Brasil, no ano de 2015. Esses valores correspondem a um risco estimado de 70,42 casos novos a cada 100 mil homens. Sem considerar os tumores de pele não melanoma, o câncer de próstata é o mais incidente entre os homens em todas as regiões do país, com 91,24/ 100 mil no Sul, 88,06/ 100 mil no Sudeste, 62,55/ 100 mil no Centro-Oeste, 47,46/ 100 mil no Nordeste e 30,16/ 100 mil no Norte.

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A última estimativa mundial apontou o câncer de próstata como sendo o segundo tipo mais frequente em homens, cerca de 1,1 milhão de casos novos no ano de 2012. Aproximadamente 70% dos casos diagnosticados no mundo ocorrem em países desenvolvidos.

O câncer de próstata ocorre principalmente em homens mais velhos. Cerca de 6 em cada 10 casos são diagnosticados em homens com mais de 65 anos, sendo raro antes dos 40 anos. A média de idade no momento do diagnóstico é de cerca de 66 anos. Além disso, a etnia e a história familiar da doença também são consideradas fatores de risco. O câncer de próstata é aproximadamente duas vezes mais comum em homens negros se comparados aos brancos.

Outro fator importante na etiologia desse tipo de câncer é a dieta. Dietas com base em gordura animal, carne vermelha, embutidos e cálcio têm sido associadas ao aumento no risco de desenvolver câncer de próstata. Além disso, a obesidade também é apontada no aumento do risco de desenvolver essa neoplasia, em especial para aquelas de comportamento mais agressivo. Em contrapartida, é possível que dietas ricas em vegetais, vitaminas D e E, licopeno e ômega-3 sejam capazes de conferir algum efeito protetor contra o câncer de próstata.

O câncer de próstata é a segunda principal causa de morte por câncer em homens, seguido apenas pelo câncer de pulmão. Cerca de 1 homem em 36 morrerá de câncer de próstata. A doença é grave, entretanto, a maioria dos homens diagnosticados com a doença, não morrem por causa dela.

Por isso, voltamos a insistir, cuide-se! Consultas regulares ao médico, uma dieta balanceada e práticas saudáveis ajudam na prevenção e podem contribuir para salvar sua vida.

Cuidar da saúde também é coisa de homem: http://www.ultrafarma.com.br. 😉

Porque minhas unhas são tão frágeis?

A fraqueza das unhas é um problema que muitas mulheres enfrentam e que pode ser ocasionado por diversos motivos. A maioria das que sofrem com o problema, já experimentaram diversos produtos e receitas caseiras, mas nada conseguiu melhorar o aspecto das unhas.

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Quem costuma trocar de esmalte constantemente não percebe como anda o estado das unhas. Às vezes, é possível perceber se estão fracas ou quebradiças, mas as manchas brancas, os tons arroxeados e ondulações por muitas vezes passam despercebidos. Mas não deveriam, sinais como esses podem mostrar que algo está fora da normalidade na saúde do corpo. Por isso, o primeiro passo para tratar o problema é descobrir o motivo da fraqueza. Esse pode variar desde o uso constante de produtos químicos (como detergentes) a problemas alimentares (como falta de vitaminas).

As unhas fracas podem ser causadas por: acetona ou removedor e esmaltes em excesso (eles ressecam muito as unhas, o que as tornam quebradiças, sem brilho e com manchas brancas na superfície); produtos químicos como detergentes e produtos de limpeza; fungos ou bactérias que se instalam nas unhas; alimentação pobre em nutrientes e vitaminas, a falta de ferro e selênio no organismo. Carência de zinco também deixa as unhas quebradiças e com manchas esbranquiçadas; anemias, hipotireoidismo, desnutrição por má absorção de nutrientes também são causas frequentes de unhas fracas ou que descamam.

Para amenizar o problema, use um esmalte adequado (aquele que não tenha ingredientes corrosivos ou que não cause alergias). Use luvas antes de qualquer atividade doméstica; mantenha suas unhas sempre hidratadas; experimente usar bases fortalecedoras formuladas especialmente pelo dermatologista, que tem em sua composição carbonato de cálcio, formaldeído e derivados de quinino; ter uma dieta rica em proteína e nutrientes também é muito importante para mantê-las em ordem. Além disso, consuma alimentos que contenham zinco, enxofre, cálcio e silício, esses minerais são excelentes para as unhas.

Se perceber algum dos sintomas ou tiver dúvidas sobre o problema, procure um especialista. E se precisar de medicamentos, não esqueça, basta acessar: http://www.ultrafarma.com.br! 😉

O que é Hepatite C?

Hepatite C é a inflamação do fígado causada pela infecção pelo vírus da hepatite C (VHC ou HCV), transmitido através do contato com sangue contaminado. A Hepatite C é um dos três tipos mais comuns de hepatite e é considerado o pior deles.

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A hepatite C é causada pelo vírus VHC transmitido principalmente por sangue contaminado. A infecção pode também ser transmitida pelo contato sexual e por via perinatal (da mãe para filho) sobretudo durante a gravidez e o parto, assim como pelo compartilhamento de seringas, agulhas ou de instrumentos para manicure, pedicure, tatuagem e colocação de piercing.

Raramente a doença desperta sintomas. Na verdade, a maioria das pessoas não sabe que têm hepatite C e, muitas vezes descobrem através de uma doação de sangue, pela realização de exames de rotina ou quando aparecem os sintomas de doença já em estágio avançado no fígado. A tendência é os pacientes desenvolverem uma forma crônica da doença que leva a lesões graves no fígado. A evolução da enfermidade costuma ser lenta e o diagnóstico tardio.

Apesar de assintomática, em algumas situações, porém, pode ocorrer uma forma aguda da enfermidade, que antecede a forma crônica e provoca os seguintes sintomas: mal-estar, vômitos, náuseas, pele amarelada, dores musculares, perda de peso e muito cansaço. Ascite (barriga d’água) e confusão mental podem ser sinais de que a doença atingiu estágios mais avançados. Em geral, a maioria dos portadores só percebe que está doente anos após o contato com o vírus, quando apresenta um quadro grave de hepatite crônica com risco de desenvolver complicações, como cirrose, câncer no fígado e insuficiência hepática.

Ainda não existe vacina contra a hepatite C, mas os portadores do vírus devem receber as vacinas contra as hepatites A e B, a vacina contra gripe todos os anos e a vacina contra pneumonia. O principal exame para diagnóstico da hepatite C é a pesquisa de anticorpos contra o vírus VHC, o anti-VHC. Quando o resultado é positivo, a pessoa deve ser encaminhada para exames complementares a fim de esclarecer o quadro e orientar o tratamento, quando e se necessário.

Entretanto é comum a enfermidade ser diagnosticada durante exames de sangue de rotina ou procedimentos para a investigação de outras doenças. Por isso, faça seus exames regularmente e tenha sempre o acompanhamento do seu médico. Cuide-se!

O que você precisa saber sobre o transtorno obsessivo compulsivo (TOC).

O transtorno obsessivo compulsivo, conhecido popularmente pela sigla TOC, é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade, onde uma pessoa é aprisionada por um padrão de pensamentos e comportamentos repetitivos extremamente difíceis de evitar.

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O TOC é um transtorno mental caracterizado pela presença de obsessões, compulsões ou ambas. As obsessões são pensamentos, impulsos ou imagens indesejáveis e involuntários, que invadem a consciência causando acentuada ansiedade ou desconforto e obrigando o indivíduo a executar rituais ou compulsões que são atos físicos ou mentais realizados em resposta às obsessões, com a intenção de afastar supostas ameaças, prevenir possíveis falhas ou simplesmente aliviar um desconforto físico. No TOC os indivíduos procuram ainda evitar o contado com determinados lugares (por exemplo, banheiros públicos, hospitais, cemitérios), objetos que outras pessoas tocam (dinheiro, telefone público, maçanetas) ou até mesmo pessoas (moradores de rua, pessoas com algum ferimento) como forma de obter alívio dos seus medos e preocupações.

Uma das características da doença é a diversidade dos seus sintomas (medos de contaminação/lavagens, dúvidas excessivas seguidas de verificações, preocupação exagerada com ordem/simetria ou exatidão, pensamentos de conteúdo inaceitável (violência, sexuais ou blasfemos), compulsão por armazenar objetos sem utilidade e dificuldade em descartá-los – ou colecionismo). Um mesmo indivíduo pode apresentar uma diversidade de sintomas, embora geralmente exista um que predomine.

Medos exagerados de se contaminar, lavar as mãos a todo o momento, revisar diversas vezes a porta, o fogão ou o gás ao sair de casa, não usar roupas vermelhas ou pretas, não passar em certos lugares com receio de que algo ruim possa acontecer depois, ficar aflito por que as roupas não estão bem arrumadas no guarda-roupa, ou os objetos não estão exatamente no lugar em que deveriam estar, são alguns exemplos de sintomas característicos do transtorno. É muito comum que pacientes com TOC acreditem que, se deixarem de cumprir o “ritual” (como lavar as mãos várias vezes, por exemplo), algo terrível poderá acontecer. Esse comportamento tende a agravar-se à medida em que a doença evolui.

Por isso, o diagnóstico e o tratamento precoces são muito importantes e essenciais para a recuperação. Se perceber qualquer sintoma do problema ou quiser saber mais sobre a doença, não hesite em procurar seu médico. E se precisar de medicamentos, basta acessar nosso site: http://www.ultrafarma.com.br.

Como fazer o autoexame da mama?

O autoexame da mama deve ser feito uma vez por mês, todos os meses, 3 a 5 dias após o aparecimento da menstruação ou em uma data fixa nas mulheres que já não têm menstruação.

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Todas as mulheres após os 20 anos, com caso de câncer na família, ou com mais de 40 anos, sem caso de câncer na família, devem realizar o autoexame da mama para prevenir e diagnosticar precocemente o câncer de mama. Para fazer o autoexame da mama é necessário seguir três passos principais que incluem fazer observação em frente ao espelho, palpar a mama de pé e repetir a palpação deitada.

Como fazer a observação em frente ao espelho?

– Inspecione suas mamas com os braços abaixados ao longo do corpo (braços caídos);

– Levante os braços, colocando as mãos na cabeça. Observe se ocorre alguma mudança no contorno das mamas ou no bico.

– Repita a observação, colocando as mãos na cintura e apertando-a. Observe se há qualquer alteração.

– Depois, esprema o mamilo delicadamente e observe se sai qualquer secreção. A observação de alterações cutâneas ou no bico do seio, de nódulos ou espessamentos, e de secreções mamárias, não significa necessariamente a existência de câncer.

Como fazer a palpação deitada ou no banho?

– Levante o braço esquerdo, colocando a mão atrás da cabeça;

– Palpe cuidadosamente a mama esquerda com a mão direita fazendo movimentos leves;

– Repita estes passos para a mama do lado direito.

A palpação deve ser feita com os dedos da mão juntos e esticados em movimentos circulares em toda a mama e de cima para baixo. Depois da palpação da mama, deve-se também pressionar os mamilos suavemente para observar se existe a saída de qualquer líquido.

Durante a observação é importante avaliar o tamanho, forma e cor das mamas, assim como inchaços, abaixamentos, saliências ou rugosidades. Caso existam alterações que não estavam presentes no exame anterior ou diferenças entre as mamas é recomendado consultar o ginecologista. E lembre-se, 80% dos nódulos mamários são benignos e apenas uma pequena porcentagem de secreções está relacionada ao câncer.

O autoexame é muito importante para sua saúde e deve ser feito regularmente e, não esqueça, se você tiver qualquer dúvida sobre a doença, sintomas e tratamentos, procure seu médico.

Dicas para ter uma alimentação balanceada e uma vida saudável!

A definição de dieta balanceada é mais do que simples: trata-se de uma dieta que supre suas necessidades nutricionais.

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As bases biológicas de uma dieta balanceada são certeiras: você necessita proteínas para construção de tecidos, funcionamento e crescimento; carboidratos, para ter o combustível necessário para o corpo e o cérebro; gorduras, para crescimento, armazenamento de energia e produção de hormônios e outras substâncias; vitaminas, minerais, enzimas e bactérias digestivas, fibras e claro, água. O déficit desses nutrientes baixa a produção de anticorpos, enfraquecendo a imunidade e podendo facilitar o aparecimento de doenças.

Além disso, o estresse, as noites mal dormidas, a de exercícios físicos e o contato com substâncias tóxicas (agrotóxicos, poluição) também fragilizam o sistema de defesa. Mas o que fazer para manter-se saudável?

Para ter uma alimentação balanceada, você deve investir em:

Vitaminas: A B6 e a C são antioxidantes e ajudam a aumentar as células de defesa contra infecções. Você pode encontrar a vitamina B6 em: lentilha, arroz integral, soja, gérmen de trigo, verduras verde-escuras, banana, abacate, peixe, frango, gema de ovo e nozes; a vitamina C: goiaba, kiwi, limão, acerola, laranja, abacaxi, melão, agrião, espinafre, couve, brócolis e tomate. O ideal é consumir diariamente 4 porções de frutas, 5 porções de verduras e legumes, 1 porção de grãos.

Proteínas: O sistema imunológico é composto de proteínas, portanto é imprescindível ingerir as de origem animal e vegetal para auxiliar a sua formação. Encontre em carnes (prefira frango e peixe) e leguminosas (feijões, ervilha). Consuma diariamente 1 porção de carnes e 1 de leguminosas.

Minerais: O selênio e o zinco mantêm vivas as células imunes por mais tempo. Fontes: selênio (alho, milho, cebola, cogumelos, cereais integrais, castanha-do-pará); zinco (espinafre, aveia, leite, gema de ovo). Consuma diariamente: 5 porções de cereais, 1 porção de carne, 1 porção de leguminosas, 3 porções de leite, 5 porções de verduras e legumes.

Fibras e probióticos: O intestino possui um sistema imunológico próprio, que impede a passagem de bactérias e vírus para todo o organismo. As fibras e os probióticos (presentes em bebidas lácteas fermentadas) são aliados para deixá-lo funcionando bem. Você pode encontrar fibras em aveia e frutas; já os probióticos em iogurte fermentado, por exemplo. Consuma diariamente 3 porções de laticínios, 6 porções de cereais, 5 porções de frutas.

Além da alimentação balanceada, para ter uma vida saudável pratique exercícios físicos regularmente, durma pelo menos 8h por noite, evite o estresse, não contemple sentimentos negativos e faça visitas periódicas ao seu médico.

E não esqueça, se precisar de alguma vitamina ou medicamento, acesse: http://www.ultrafarma.com.br.

Homens também podem ter câncer de mama, sabia?

O câncer de mama é um tumor maligno que se inicia nas células do tecido mamário. Um tumor maligno é um grupo de células cancerígenas que pode invadir os tecidos adjacentes ou se disseminar (metástase) para outros órgãos.

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Assim como as mulheres, os homens possuem glândulas mamárias, por isso, também estão propícios a apresentar o câncer de mama. Apesar de serem raros os casos, eles existem e precisam ser tratados.

Segundo estudos, a média de idade dos homens acometidos pelo câncer de mama varia de 60 a 70 anos, concluindo que esse tipo de câncer tende a ser diagnosticado em idade mais avançada do que nas mulheres.

Muitos casos de câncer de mama masculino são diagnosticados em estágio avançado em razão da não realização do autoexame, preconceito, ou até mesmo pela dificuldade que os profissionais de saúde têm de diagnosticar a doença, essa demora na detecção da doença acaba prejudicando o tratamento.

Assim como outros tipos de câncer, o câncer de mama masculino tem a sua causa ainda desconhecida, mas especialistas acreditam que alguns fatores podem desencadear a doença, como:

– Fatores genéticos: algumas pesquisas mostram que alguns homens que apresentaram a doença têm histórico familiar de câncer de mama;

– Fatores ambientais: alguns autores descrevem que esse tipo de câncer de mama está associado ao tipo de trabalho da pessoa, como trabalhadores que têm maior exposição a altas temperaturas, trabalhadores de indústrias químicas, de sabão e perfumes;

– Fatores hormonais: o uso de hormônios pode causar hiperestrogenismo, que é uma desordem relacionada a hormônios sexuais, o que aumenta as chances de desenvolver o câncer de mama;

– Outros fatores que podem desencadear a doença são: orquite, infertilidade, puberdade tardia, criptorquidia (não descimento de um ou dos dois testículos para a bolsa escrotal), hérnia inguinal congênita, orquiectomia (retirada cirúrgica do testículo, em virtude de, normalmente, processos tumorais), excesso de peso e dieta rica em gorduras.

Os possíveis sinais de câncer de mama em homens incluem: protuberância ou inchaço, geralmente (mas nem sempre) indolor, pele ondulada ou enrugada, retração do mamilo, vermelhidão ou descamação da pele da mama ou do mamilo e inchaço nos linfonodos axilares.

Por isso, se notar qualquer alteração nas mamas consulte imediatamente um médico para poder realizar o diagnóstico. Cuide-se!