Chikungunya, o que é?

A Febre Chikungunya é uma doença parecida com a dengue e transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, assim como a dengue e o zika vírus. Ela não é transmitida de pessoa para pessoa, o contágio se dá pelo mosquito que, após um período de sete dias contados depois de picar alguém contaminado, pode transportar o vírus durante toda a sua vida, transmitindo a doença para uma população que não possui anticorpos contra ele.

O mosquito Aedes aegypti mede menos de um centímetro, tem aparência inofensiva, cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas. Costuma picar, transmitindo a febre chikungunya, nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte.

No entanto, mesmo nas horas quentes ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. Há suspeitas de que alguns ataquem durante a noite. O indivíduo não percebe a picada, pois não dói e nem coça no momento. Por ser um mosquito que voa baixo – até dois metros – é comum ele picar nos joelhos, panturrilhas e pés. Uma vez que o indivíduo é picado, demora no geral de dois a 12 dias para a febre chikungunya se manifestar, sendo mais comum cinco a seis dias.

Os sintomas das três doenças (chikungunya, dengue e zika) são parecidos. São eles: febre, dores de cabeça, dores nas articulações, enjoo e manchas vermelhas pelo corpo. No entanto, existem alguns sintomas marcantes que as diferem. As fortes dores nas articulações, também chamadas de artralgia, são a principal manifestação clínica de chikungunya. Essas dores podem se manifestar em todas as articulações, principalmente nas palmas dos pés e das mãos, como dedos, tornozelos e pulsos. Em alguns casos, a dor nas articulações é tão forte que chega a impedir os movimentos e pode perdurar por meses depois que a febre vai embora.

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A confirmação do diagnóstico é feita a partir da análise clínica de amostras de sangue e o tratamento contra a febre chikungunya é sintomático, ou seja, analgésicos e antitérmicos são indicados para aliviar os sintomas, sempre sob supervisão médica. Medidas como beber bastante água e guardar repouso também ajudam na recuperação. Entretanto, ainda não há tratamento específico e definitivo disponível para a febre chikungunya, a medicação é feita com base nos sintomas do paciente.

Para prevenir-se das doenças, evite o acúmulo de água parada, coloque areia nos vasos de plantas, limpe as calhas, coloque telas nas janelas e use repelentes.

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Exagerou no Carnaval? Confira dicas para sentir-se muito melhor, após a folia!

Nada como curtir o Carnaval com as pessoas que gostamos, né? Entretanto, durante a folia, acabamos exagerando nas calorias, no consumo de bebidas alcoólicas e deixando o organismo totalmente desequilibrado. Por isso, após a festa é indicado que façamos uma verdadeira desintoxicação em nosso corpo. Precisando de ajuda para voltar à rotina saudável? Confira nossas dicas! 😉

Durante a folia, é comum as pessoas consumirem bebidas alcoólicas em excesso e deixarem a água de lado. Assim, ao optar pelo processo de desintoxicação, é necessário que invista na hidratação, a água é um excelente aliado na desintoxicação do corpo. Além de hidratar, ela lava o corpo de dentro para fora, ajudando a eliminar toxinas, dilui poluentes, melhora a função dos rins e ajuda na digestão. Além de beber muita água, invista em sucos naturais, chás e tente evitar o consumo de bebidas alcoólicas até que seu corpo se recupere, pelo menos.

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Na alimentação, invista em comidas leves e saudáveis! Alimentos como alface, espinafre, rúcula e acelga, por exemplo, são excelentes fontes de fibras. As fibras ajudam a limpar o organismo e melhoram a digestão. Além disso, elas diminuem a absorção de gorduras e toxinas. Você também pode apostar nos grãos, que são poderosos aliados na limpeza do organismo, melhoram a digestão e ajudam eliminar toxinas. Dê preferência aos integrais, como: trigo, cevada, aveia, centeio, alpiste, semente de girassol, linhaça, etc. Além desses alimentos, consuma frutas sempre que possível, sobretudo àquelas com alto teor de água e baixa caloria, como melancia, abacaxi, melão, morango, etc. Elas são ricas em vitaminas e minerais e ajudam a repor o que foi perdido durante as festas.

Além de uma alimentação balanceada, cuide do seu corpo e da sua mente para voltar ao equilíbrio, após a folia. Medite, durma pelo menos 8h por noite e pratique atividades físicas, esportes aceleram a limpeza do organismo e ajudam a eliminar toxinas e aquelas calorias extras adquiridas durante as festas, mas lembre-se, é necessário que consulte um orientador físico para saber qual tipo de esporte praticar.

Curtiu nossas dicas? Agora é só praticá-las e voltar à rotina saudável!

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Trombose: o que é? Como prevenir? Saiba agora!

A Trombose Venosa Profunda (TVP), conhecida popularmente como trombose, é a formação de um coágulo sanguíneo em uma ou mais veias localizadas da parte inferior do corpo, geralmente nas pernas. Entretanto, como sua estrutura é sólida e amolecida, um fragmento pode desprender-se e seguir o trajeto da circulação venosa que retorna aos pulmões para o sangue ser oxigenado. Nos pulmões, conforme o tamanho do trombo, pode ocorrer um entupimento – a embolia pulmonar – uma complicação grave que pode causar morte súbita.

A doença pode ser completamente assintomática ou apresentar sintomas como dor nas pernas, principalmente nas panturrilhas, podendo chegar até o pé e o tornozelo; sensação de queimação na região afetada; mudanças na cor da pele da região afetada pela doença, que começa a ficar vermelha ou azul e edema (inchaço) na perna afetada.

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Alguns fatores são considerados de risco para desenvolver o problema, como: permanecer sentado, em repouso ou deitado por muito tempo – quando as pernas ficam na mesma posição por um tempo prolongado, os músculos da panturrilha não se contraem, o que dificulta a circulação de sangue; algumas famílias carregam no sangue uma desordem que facilita a coagulação sanguínea, chamada de hipercoagulabilidade. Essa hereditariedade não costuma ser uma ameaça constante para a saúde, mas se combinada com outro fator de risco para a trombose, pode apresentar risco; a gravidez também aumenta a pressão exercida sobre as veias da pélvis e das pernas, mas isso só se torna um problema quando a mulher possui suscetibilidade genética para a coagulação sanguínea; alguns tipos de câncer e tratamentos aumentam a quantidade de substâncias no sangue que facilitam a coagulação; infecções gastrointestinais, como colites ulcerosas, também são consideradas um fator de risco; pílulas anticoncepcionais e terapias de reposição hormonal também podem causar trombose, principalmente se associadas ao tabagismo; a obesidade é um sério fator de risco para a trombose, pois o excesso de peso e o acúmulo de gorduras exercem ainda mais pressão sobre as veias, dificultando a passagem do sangue, principalmente nos vasos da pélvis e das pernas; o hábito de fumar afeta a circulação de sangue e facilita a coagulação e pessoas acima dos 60 anos de idade também são mais propensas a desenvolver trombose do que pessoas mais jovens.

Por isso, previna-se: procure um médico para saber se você pertence ao grupo de risco, porque existem medidas preventivas que podem e devem ser adotadas; pare de fumar. Os componentes do cigarro lesam veias e artérias; consuma bebidas alcoólicas com moderação; movimente-se, o sedentarismo pode influenciar no desenvolvimento da doença, use meias elásticas, especialmente se você tem varizes; não se automedique. Procure assistência médica imediatamente se apresentar algum sintoma que possa sugerir a formação de um trombo.

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