Como faço para doar sangue?

Doar sangue é fazer bem para o próximo, contribuir com quem precisa e um gesto muito nobre! Entretanto, há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue.

Em cada doação, serão coletados aproximadamente 450 ml de sangue, esta quantidade não afetará sua saúde, pois retira-se menos do que 10% do volume sanguíneo total de um adulto, por esse motivo só é permitida a doação por pessoas acima de 50 kg. Além disso, seu organismo repõe o plasma em algumas horas, as plaquetas se restabelecem em alguns dias, e as hemácias demoram alguns meses. Por esse motivo, a doação de sangue só deve ser realizada a cada 90 dias para os homens e 120 dias para as mulheres, devido à reposição dos estoques de ferro, que nas mulheres é mais demorada em virtude das perdas durante os ciclos menstruais.

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Doar sangue é totalmente seguro, o material usado, inclusive os kits são estéreis, descartáveis e apirogênicos (não causam febre). Além disso, o doador passa por uma consulta, antes de doar, onde são avaliadas suas condições clínicas. Caso a consulta indique algum dos impedimentos temporários, como: febre, gripe ou resfriado, gravidez, pós-parto: parto normal, 90 dias; cesariana, 180 dias, uso de alguns medicamentos, pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis a doação não poderá ser feita. Alguns impedimentos também têm alguns prazos, como: extração dentária: 72 horas, apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: três meses, colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem sequelas graves, tireoidectomia, colectomia: 6 meses, ingestão de bebida alcoólica no dia da doação, transfusão de sangue: 1 ano, tatuagem: 1 ano, vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina. Nesses casos, não é possível realizar a doação.

Além dos impedimentos temporários, existem os definitivos que impossibilitam a pessoa de doar sangue, são eles: hepatite após os 10 anos de idade, evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e doença de Chagas, uso de drogas ilícitas injetáveis e malária.

Você não possui nenhum impedimento de saúde para realizar a doação? Então é importante que vá até um local de coleta e leve documento oficial com foto, tenha entre 16 (dos 16 até 18 anos incompletos, apenas com consentimento formal dos responsáveis) e 69 anos, 11 meses e 29 dias; pese mais de 50 Kg e não esteja em jejum (evite apenas alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação).

Doou sangue, fez bem para o próximo e está se sentindo bem? Agora é hora dos cuidados pós-doação, você deve: evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas, aumentar a ingestão de líquidos, não fumar por cerca de 2 horas, evitar bebidas alcoólicas por 12 horas, manter o curativo no local da punção por pelo menos de quatro horas e não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho. Esperamos que as dicas tenham sido úteis e que você possa ajuda o próximo. 😉

Doe sangue e ajude a salvar vidas! ❤

#NovembroAzul – Tudo sobre o câncer de próstata

Estimam-se 68.800 casos novos de câncer de próstata para o Brasil, no ano de 2015. Esses valores correspondem a um risco estimado de 70,42 casos novos a cada 100 mil homens. Sem considerar os tumores de pele não melanoma, o câncer de próstata é o mais incidente entre os homens em todas as regiões do país, com 91,24/ 100 mil no Sul, 88,06/ 100 mil no Sudeste, 62,55/ 100 mil no Centro-Oeste, 47,46/ 100 mil no Nordeste e 30,16/ 100 mil no Norte.

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A última estimativa mundial apontou o câncer de próstata como sendo o segundo tipo mais frequente em homens, cerca de 1,1 milhão de casos novos no ano de 2012. Aproximadamente 70% dos casos diagnosticados no mundo ocorrem em países desenvolvidos.

O câncer de próstata ocorre principalmente em homens mais velhos. Cerca de 6 em cada 10 casos são diagnosticados em homens com mais de 65 anos, sendo raro antes dos 40 anos. A média de idade no momento do diagnóstico é de cerca de 66 anos. Além disso, a etnia e a história familiar da doença também são consideradas fatores de risco. O câncer de próstata é aproximadamente duas vezes mais comum em homens negros se comparados aos brancos.

Outro fator importante na etiologia desse tipo de câncer é a dieta. Dietas com base em gordura animal, carne vermelha, embutidos e cálcio têm sido associadas ao aumento no risco de desenvolver câncer de próstata. Além disso, a obesidade também é apontada no aumento do risco de desenvolver essa neoplasia, em especial para aquelas de comportamento mais agressivo. Em contrapartida, é possível que dietas ricas em vegetais, vitaminas D e E, licopeno e ômega-3 sejam capazes de conferir algum efeito protetor contra o câncer de próstata.

O câncer de próstata é a segunda principal causa de morte por câncer em homens, seguido apenas pelo câncer de pulmão. Cerca de 1 homem em 36 morrerá de câncer de próstata. A doença é grave, entretanto, a maioria dos homens diagnosticados com a doença, não morrem por causa dela.

Por isso, voltamos a insistir, cuide-se! Consultas regulares ao médico, uma dieta balanceada e práticas saudáveis ajudam na prevenção e podem contribuir para salvar sua vida.

Cuidar da saúde também é coisa de homem: http://www.ultrafarma.com.br. 😉

Porque minhas unhas são tão frágeis?

A fraqueza das unhas é um problema que muitas mulheres enfrentam e que pode ser ocasionado por diversos motivos. A maioria das que sofrem com o problema, já experimentaram diversos produtos e receitas caseiras, mas nada conseguiu melhorar o aspecto das unhas.

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Quem costuma trocar de esmalte constantemente não percebe como anda o estado das unhas. Às vezes, é possível perceber se estão fracas ou quebradiças, mas as manchas brancas, os tons arroxeados e ondulações por muitas vezes passam despercebidos. Mas não deveriam, sinais como esses podem mostrar que algo está fora da normalidade na saúde do corpo. Por isso, o primeiro passo para tratar o problema é descobrir o motivo da fraqueza. Esse pode variar desde o uso constante de produtos químicos (como detergentes) a problemas alimentares (como falta de vitaminas).

As unhas fracas podem ser causadas por: acetona ou removedor e esmaltes em excesso (eles ressecam muito as unhas, o que as tornam quebradiças, sem brilho e com manchas brancas na superfície); produtos químicos como detergentes e produtos de limpeza; fungos ou bactérias que se instalam nas unhas; alimentação pobre em nutrientes e vitaminas, a falta de ferro e selênio no organismo. Carência de zinco também deixa as unhas quebradiças e com manchas esbranquiçadas; anemias, hipotireoidismo, desnutrição por má absorção de nutrientes também são causas frequentes de unhas fracas ou que descamam.

Para amenizar o problema, use um esmalte adequado (aquele que não tenha ingredientes corrosivos ou que não cause alergias). Use luvas antes de qualquer atividade doméstica; mantenha suas unhas sempre hidratadas; experimente usar bases fortalecedoras formuladas especialmente pelo dermatologista, que tem em sua composição carbonato de cálcio, formaldeído e derivados de quinino; ter uma dieta rica em proteína e nutrientes também é muito importante para mantê-las em ordem. Além disso, consuma alimentos que contenham zinco, enxofre, cálcio e silício, esses minerais são excelentes para as unhas.

Se perceber algum dos sintomas ou tiver dúvidas sobre o problema, procure um especialista. E se precisar de medicamentos, não esqueça, basta acessar: http://www.ultrafarma.com.br! 😉

O que é Hepatite C?

Hepatite C é a inflamação do fígado causada pela infecção pelo vírus da hepatite C (VHC ou HCV), transmitido através do contato com sangue contaminado. A Hepatite C é um dos três tipos mais comuns de hepatite e é considerado o pior deles.

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A hepatite C é causada pelo vírus VHC transmitido principalmente por sangue contaminado. A infecção pode também ser transmitida pelo contato sexual e por via perinatal (da mãe para filho) sobretudo durante a gravidez e o parto, assim como pelo compartilhamento de seringas, agulhas ou de instrumentos para manicure, pedicure, tatuagem e colocação de piercing.

Raramente a doença desperta sintomas. Na verdade, a maioria das pessoas não sabe que têm hepatite C e, muitas vezes descobrem através de uma doação de sangue, pela realização de exames de rotina ou quando aparecem os sintomas de doença já em estágio avançado no fígado. A tendência é os pacientes desenvolverem uma forma crônica da doença que leva a lesões graves no fígado. A evolução da enfermidade costuma ser lenta e o diagnóstico tardio.

Apesar de assintomática, em algumas situações, porém, pode ocorrer uma forma aguda da enfermidade, que antecede a forma crônica e provoca os seguintes sintomas: mal-estar, vômitos, náuseas, pele amarelada, dores musculares, perda de peso e muito cansaço. Ascite (barriga d’água) e confusão mental podem ser sinais de que a doença atingiu estágios mais avançados. Em geral, a maioria dos portadores só percebe que está doente anos após o contato com o vírus, quando apresenta um quadro grave de hepatite crônica com risco de desenvolver complicações, como cirrose, câncer no fígado e insuficiência hepática.

Ainda não existe vacina contra a hepatite C, mas os portadores do vírus devem receber as vacinas contra as hepatites A e B, a vacina contra gripe todos os anos e a vacina contra pneumonia. O principal exame para diagnóstico da hepatite C é a pesquisa de anticorpos contra o vírus VHC, o anti-VHC. Quando o resultado é positivo, a pessoa deve ser encaminhada para exames complementares a fim de esclarecer o quadro e orientar o tratamento, quando e se necessário.

Entretanto é comum a enfermidade ser diagnosticada durante exames de sangue de rotina ou procedimentos para a investigação de outras doenças. Por isso, faça seus exames regularmente e tenha sempre o acompanhamento do seu médico. Cuide-se!