Você sabe o que é o câncer de próstata? Saiba tudo sobre ele.

A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino que produz e armazena parte do fluído seminal. Câncer de próstata é o tumor mais comum em homens acima de 50 anos. Os fatores de risco incluem idade avançada (acima de 50 anos), histórico familiar da doença, fatores hormonais e ambientais e certos hábitos alimentares (dieta rica em gorduras e pobre em verduras, vegetais e frutas), sedentarismo e excesso de peso.

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No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres. Sua taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.

Sintomas como dor lombar, problemas de ereção, dor na bacia ou joelhos e sangramento pela uretra podem ser suspeitos. A maioria dos cânceres de próstata não causa sintomas até que atinjam um tamanho considerável. O câncer de próstata pode ser diagnosticado por meio de exame físico (toque retal) e laboratorial (dosagem do PSA). Caso sejam constatados aumento da glândula ou PSA alterado, deve ser realizada uma biópsia para averiguar a presença de um tumor e se ele é maligno. Se for, o paciente precisa ser submetido a outros exames laboratoriais para se determinar seu tamanho e a presença ou não de metástases.

Para prevenção, médicos recomendam a realização do toque retal e da dosagem do PSA a todos os homens acima de 50 anos. Para aqueles com história familiar de câncer de próstata (pai ou irmão) antes dos 60 anos, os especialistas recomendam realizar esses exames a partir dos 45 anos. Além disso, já está comprovado que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças crônicas não-transmissíveis. Nesse sentido, outros hábitos saudáveis também são recomendados, como fazer, no mínimo, 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar.

 

Vale lembrar que estas são apenas algumas dicas sobre a doença, caso esteja com algum sintoma, procure um médico!

Saiba tudo sobre o ebola e os riscos do vírus chegar ao Brasil!

Ebola é uma doença causada por um vírus cujos sintomas iniciais incluem febre, fraqueza extrema, dores musculares e dor de garganta, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). À medida que a doença avança, o paciente pode sofrer de vômitos, diarreias e – em alguns casos – hemorragia interna e externa. Ele é considerado por muitos o vírus mais perigoso que a humanidade conhece atualmente. Em 2014, tivemos notícias de uma epidemia do vírus e a África Ocidental é um dos mais afetados, com mais de 348 mortes. O ebola já matou 1.145 pessoas em quatro países da região Serra Leoa, Nigéria, Guiné e Libéria.

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Entre humanos, o vírus pode se espalhar por meio do contato direto com sangue contaminado, fluidos corporais ou órgãos do doente, ou mesmo por meio do contato com ambientes contaminados. Até funerais de vítimas de ebola podem representar risco, se outras pessoas tiverem contato direto com o corpo do defunto.

Com relação aos boatos que estão circulando nas redes sociais e por meio do aplicativo Whatsapp sobre Ebola, o Ministério da Saúde esclarece que não há caso suspeito ou confirmado da doença no Brasil. Vale ressaltar que o risco de transmissão para o país é considerado baixo. 

De acordo com os dados oficiais divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), os países acometidos pelo surto do vírus Ebola são Guiné, Libéria e Serra Leoa, todos situados na África Ocidental. Além disso, o Ministério da Saúde recebe diariamente, informações da OMS sobre a situação de circulação de vírus no mundo, inclusive o Ebola, além de quaisquer outras situações que possam se caracterizar como emergência de saúde pública. Como a doença é transmitida pelo contato direto com sangue, secreções, órgãos e outros fluidos corporais de pessoas ou animais infectados, a transmissão para outros continentes é considerada como pouco provável.

A OMS não recomenda quaisquer medidas que restrinjam o comércio ou o fluxo de pessoas com os países afetados.

Até o momento não temos informações de casos no Brasil, mas é importante ficar ligado nas notícias!

Tudo sobre cálculo renal!

Cálculo renal, conhecido popularmente como pedra nos rins, é um quadro agudo que se instala mais nos homens do que nas mulheres e provoca dor aguda. 

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Quando o cálculo se encontra no parênquima renal não costuma dar sintomas. Quando vai, porém, para a parte central onde estão os tubos coletores e para os ureteres pode provocar dor de forte intensidade, a cólica renal, que requer cuidados médicos.

Alguns sintomas podem estar associados à cólica renal como vômitos, febre, dor para urinar e sangue na urina. As pedras nos rins são formadas quando a urina apresenta quantidades maiores que o normal de determinadas substâncias, como cálcio, oxalato e ácido úrico. Essas substâncias podem se aglutinar e formar pequenos cristais – que, depois, se transformarão em pedras. 

Alguns fatores são considerados de risco para o surgimento do problema, alguns deles são: Histórico de família (genética – problemas metabólicos); homens entre 30-50 anos; consumo reduzido de água.

O tratamento deve ser feito junto ao médico, realizando todos os exames necessários para identificar o tipo e o tamanho da pedra. Além disso, é indicada a ingestão de muita água e analgésicos para aliviar as dores causadas pelo cálculo. 

Para prevenir o cálculo tenha uma dieta equilibrada, alimente-se menos com comidas ricas em oxalato, como espinafre, nozes, batata doce e até chocolate e beba muita água durante o dia.

Cuide-se! 😉

 

Você tem sensibilidade dentária? Conheça as causas e tratamentos!

Se o calor, frio, açúcar, alimentos ou bebidas muito ácidas, ou respirar ar muito frio, tornam seus dentes sensíveis ou doloridos, você tem dentes sensíveis. 

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A sensibilidade dentária é muito comum e atinge cerca de 57% da população adulta. Ela pode ocorrer em duas circunstâncias: quando ocorre uma erosão do esmalte do dente e quando a gengiva se retrai. No primeiro caso, o dano a essa capa dentária faz com que ela deixe de ser impermeável. Com isso, a estrutura mais profunda do dente começa a se expor. Ela é cheia de terminações nervosas que, em contato com altas ou baixas temperaturas, disparam sinais dolorosos. No caso da gengiva, se é agredida por bactérias ou por uma escovação brusca demais, ela inflama e passa a se retrair. Ao diminuir de tamanho, esse tecido deixa parte da raiz do dente, que não tem esmalte, descoberta. E a dentina também fica exposta, sofrendo em contato com alimentos em extremos de temperatura.

As causas podem ser das mais diversas como o consumo de frutas cítricas demais e refrigerantes, por exemplo, alteram o pH bucal. Se estiver baixo, ele abre portas para que a acidez corroa os prismas, “tijolos” que formam o esmalte dentário. Desse modo, o dente fica sem a camada de proteção.

Para tratar, faça visitas regulares ao dentista. Restaurações com resina líquida substituem o esmalte lesado. Em outros casos, tenta-se até pôr a gengiva de volta no lugar com cirurgia. Além disso, há escovas disponíveis que facilitam uma higienização bucal mais delicada. Assim, a gengiva para de recuar e a dentina é preservada.

 

Depois de todas as nossas dicas, basta ficar atento aos sinais e cuidar de sua saúde bucal! 🙂

Se você está sempre online, cuide-se!

Todo mundo quer ficar por dentro de tudo que acontece nas redes sociais, mas você sabia que ficar muito tempo conectada pode causar problemas de saúde? Por isso, decidimos listar alguns deles para que você fique ligado!

Uma das mais frequentes reclamações dos internautas são as dores no corpo, normalmente as dores são na região das costas, pescoço e pulso. Para aliviar esse incômodo, tente fazer pausas a cada hora e alongamentos.

 

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Outro problema sério, é o cansaço da vista que vem acompanhado de dores de cabeça e dores nos olhos. Não fique em frente as telas por muito tempo, sejam elas de computador, tablet ou celular e tente ajustar o brilho para que não fique nem muito escura e nem muito clara. Outra dica valiosa, é descansar a vista em intervalos curtos como por exemplo, a cada 30 minutos.

Muito tempo em frente a um dispositivo eletrônico causa frequentes dores de cabeça e insônia. Temos uma forte exposição à luminosidade da tela e um excesso de informação. Isso tudo dificulta o relaxamento necessário do nosso cérebro. Tente ficar longe das redes antes de dormir, para que seu corpo e sua mente relaxe. 

Além disso, com as novas tecnologias nós acabamos nos concentrando em várias tarefas ao mesmo tempo e isso pode afetar a memória e desenvolver doenças sérias como o Alzheimer.

Sua saúde é muito importante pra você e pra nós! 🙂