De olho no colesterol

Pequenas mudanças na dieta podem ajudar na hora de diminuir o colesterol ruim. Para isso, você deve saber escolher o que comer para garantir mais qualidade de vida e saúde ao coração. 

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Os dois principais subtipos de colesterol são o HDL, conhecido como colesterol “bom”, e o LDL, também chamado de colesterol “ruim”. Enquanto o último se deposita nas paredes das artérias, promovendo a aterosclerose, o primeiro tem um papel inverso: ele ajuda a “limpar” as paredes das artérias, livrando-as do colesterol ruim. Tanto níveis altos de LDL ou níveis muito baixos de HDL representam um maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

Uma dieta equilibrada e saudável, com redução da ingestão de gorduras, é bastante eficaz em reduzir os níveis de colesterol LDL, enquanto atividades como parar de fumar e realizar exercícios regulares ajudam a elevar o HDL, que tem efeito protetor contra o desenvolvimento dessas doenças.

Os principais aliados de bons níveis de colesterol são a prática regular de atividades físicas e a boa a velha alimentação. Quanto mais rica em fibras e pobre em gorduras saturadas for a dieta, melhor. Caso tenha dúvidas, consulte seu médico e não deixe de ficar de olho no colesterol!

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Conhecendo mais sobre o HPV

O HPV é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pelo Papilomavírus humano (HPV). Atualmente, existem mais de 100 tipos de HPV – alguns deles podendo causar câncer, principalmente no colo do útero.Imagem

Causas: 

A principal forma de transmissão do vírus do HPV é pela via sexual. Para ocorrer o contágio, a pessoa infectada não precisa apresentar sintomas. Mas, quando a verruga é visível, o risco de transmissão é muito maior.

Sintomas:

A infecção pelo HPV normalmente causa verrugas de tamanhos variáveis próximas a região genital tanto nos homens como nas mulheres, mas podem aparecer também na boca e na garganta. Também é possível estar infectado pelo vírus sem apresentar sintomas.

Tratamento:

Na presença de qualquer sinal ou sintoma do HPV, é recomendado procurar um profissional de saúde, para o diagnóstico correto e indicação do tratamento adequado para o HPV.

Prevenção:

O principal método de prevenção é o uso da camisinha durante a relação sexual. Desta maneira o HPV também evita de ser transmitido para o bebê durante o parto, em caso de gravidez.

Há também a vacinação. Já estão disponíveis no mercado duas vacinas contra os tipos de HPV que causam câncer de colo do útero: a vacina bivalente e a vacina quadrivalente. Essas vacinas, na verdade, previnem contra a infecção por HPV. Elas funcionam estimulando a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a presença destes anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo. 

É importante deixar claro que a adoção da vacina contra o HPV não substituirá a realização regular do exame de citologia, Papanicolau (preventivo).

Por quanto tempo estou prevenido?

A duração da imunidade conferida pela vacina do HPV ainda não foi determinada, principalmente pelo pouco tempo em que é comercializada no mundo, desde 2007. Até o momento, só se tem convicção de cinco anos de proteção. Na verdade, embora se trate da mais importante novidade surgida na prevenção à infecção pelo HPV, ainda é preciso delimitar qual é o seu alcance sobre a incidência e a mortalidade do câncer de colo do útero.

Já está disponível no sistema público de saúde a vacina quadrivalente contra o HPV (Gardasil). Ela protege contra 4 tipos de HPV (6, 11 ,16 e 18). Apesar de gratuita, é aplicada apenas em meninas de 11 a 13 anos (e, futuramente, será disponibilizada a todas as meninas de 9 a 13 anos). A vacina bivalente (contra os tipos 16 e 18) é aprovada sem limite de idade. Clínicas particulares também oferecem a vacina para pessoas acima dessa faixa etária, por considerar que há benefício.

Se tiver dúvidas, consulte seu médico!

Saiba mais sobre dores de cabeça

Dor de cabeça nada mais é do que um desconforto ou dor na região que pode afetar também o pescoço e o couro cabeludo. 

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São raros os casos que as dores sejam causadas por problemas sérios. Muitas vezes, mudanças no estilo de vida já ajudam bastante! Então, separamos algumas ideias que podem fazer você se sentir muito melhor:

– Entre as principais causas do desconforto estão os hábitos alimentares. Evite consumir em excesso queijo, chocolate e glutamato monossódico (sal presente em todas as proteínas animais e vegetais).

– Pegue leve na academia! O excesso de exercício também promove as dores.

– Excesso de trabalho, horas de sono insuficientes, pular refeições e consumir álcool ou drogas podem favorecer a dor de cabeça. Então, tente tirar um tempo para descansar e preste atenção nos sinais de cansaço que o seu corpo lhe dá.

Lembre-se também de consultar um médico caso a dor persista!

Dicas para melhorar a postura

Muitos possuem problemas de postura, mas não procuram tratamento. Aquela dor que incomoda um pouco, pode ser muito mais séria do que parece. Doenças como hérnia de disco e escoliose são causadas por ela.  

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Porém, algumas mudanças no seu dia a dia já podem ajudar a resolver o problema, veja abaixo:

No trabalho: mantenha a coluna reta e organize sua mesa para que pastas e documentos importantes fiquem ao alcance da mãos.

No carro: tente não pender mais para um lado específico e mantenha as mãos sempre na mesma altura, evitando que um ombro fique mais alto que o outro.

Dormindo: a melhor posição é dormir de lado com os dois joelhos dobrados e a cabeça apoiada em apenas um travesseiro. 

Não deixe também de consultar o seu médico!